Como escolher o papel de parede perfeito para sua sala

Sabe quando a gente sente que a sala precisa de um toque novo, um charme extra, mas não quer aquela bagunça de obra, sujeira, quebra-quebra? O papel de parede é um verdadeiro aliado nessas horas. Ele muda tudo: cria um clima diferente, traz personalidade, e o melhor, dá para instalar rapidinho e sem complicação.

Eu já troquei algumas vezes por aqui e te confesso, a sensação de ver a sala com uma carinha nova é uma delícia. Parece casa nova sem precisar trocar os móveis ou gastar uma fortuna. Só é bom pensar com calma antes de escolher, porque papel de parede chama atenção, especialmente na sala, aquele canto da casa que a gente costuma caprichar mais.

A sala de estar é praticamente o coração da casa. É lá que a gente deita para ver um filme, recebe as amigas, enrola no sofá para relaxar… Por isso, a decoração acaba dizendo muito sobre quem mora ali. É normal bater aquela dúvida: “Que papel eu coloco para ficar bonito, mas não cansar?”

Não existe resposta única, cada sala é uma história, cada gosto é um universo. Mas tem umas dicas que ajudam — e vale a pena olhar os detalhes ao redor do ambiente antes de sair grudando qualquer coisa na parede.

Como escolher o papel de parede certo para a sala

Olha, cada cantinho aí da sua casa pede um estilo diferente de papel de parede. Não adianta querer usar aquele floral que ficou lindo no quarto da irmã na sua sala se as vibes são outras. Repara nos móveis, no tamanho do espaço e principalmente no que você gosta de sentir ali.

Uma coisa que funciona bem: para sala, tente evitar papéis com desenhos enormes ou estampas muito exageradas. No começo até parece divertido, mas depois pode cansar e, sinceramente, ninguém quer enjoar rápido. Eu gosto daqueles com formas geométricas, mais delicados, ou listras discretas. Eles combinam fácil com tapete, cortina, almofada… Sabe aquela sensação de ambiente harmônico? Pois é.

Agora, se a sua ideia é deixar tudo mais moderno, vá de tons neutros ou levemente contrastantes com os móveis. Um bege, um cinza claro, até um fundo fosco com um desenho leve já faz diferença. Já vi gente que se joga nas estampas com um pouco mais de cor, mas aí é bom equilibrar os outros elementos decorativos.

Não esqueça da luz!

Outro segredo que aprendi na marra: presta atenção na claridade da sua sala antes de decidir. Se o cômodo recebe pouca luz natural, escolha papéis de parede claros — bege, branco, off white, tons pastel. Eles refletem mais a luz e fazem tudo parecer maior e mais aconchegante. Aqui em casa a luz natural quase não entra e, depois que mudei para um tom creme, senti na hora o espaço “abrindo”.

Se sua sala já é bem iluminada, dá para se divertir mais. Pode apostar em cores escuras, até um azul petróleo ou chumbo, desde que combine com seu gosto e estilo. Eu já vi papéis bem ousados em salas iluminadas, e fica chique! Só precisa tomar cuidado para o ambiente não ficar carregado.

E, claro, se quiser um detalhe divertido, busque motivos delicados, florais miúdos, arabescos ou algo que tenha a ver com você. Vale estampa de folhagens, desenhos geométricos, linhas suaves, o que faz seu coração bater mais forte.

Papel de parede muda tudo — do sofá à energia do espaço

O bacana do papel de parede é isso: ele transforma geral, às vezes só com uma parede diferente atrás daquele seu sofá velho de guerra. Um papel bem escolhido já destaca o sofá, as almofadas, até aquelas plantinhas que a gente cultiva com tanto carinho no canto da sala.

Aliás, se ficar com medo de ousar, coloca só em uma parede, tipo aquele cantinho de leitura ou atrás do móvel principal. Fica mais fácil de mudar de ideia depois, se quiser dar outra renovada, sabe como é…

No final, não existe regra fechada. O que vale é você se sentir feliz naquele espaço, olhando e pensando: “Minha sala tem a minha cara”. Eu já passei por isso e sei como é gostoso ver tudo prontinho, do jeito que a gente sonhou. Escolher o papel de parede ideal é só mais uma dessas delícias de deixar a casa com jeitinho de lar.

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