Instituto lançará pedra fundamental de Centro de Convivência em agosto

O Instituto Maurício Gehlen lança no mês de agosto, em dia ainda a ser confirmado, a pedra fundamental do Centro de Convivência para Idosos. A decisão foi tomada na quinta-feira (26), durante reunião entre o industrial Maurício Gehlen, assessores, o arquiteto Marcelo Vendramin e o engenheiro Francisco About, profissionais responsáveis pelos projetos e execução da obra.
Na reunião, Gehlen repassou aos profissionais os conceitos que são adotados pelo Japão nos centros de convivência e os que quer utilizar no Centro de Convivência em Paranavaí. Ele esteve entre os dias 12 e 23 de maio no Japão, com os assessores Rui Nunes (contador) e Jorge Roberto Pereira da Silva (jornalista), para conhecer detalhadamente as instalações físicas e a forma de atendimento de instituições de convivência.
QUALIDADE DE VIDA – O Centro de Convivência para Idosos será implantado numa área de mais de 27 mil metros quadrados no Jardim São Jorge e destina-se a atender homens e mulheres com mais de 60 anos. Eles poderão participar das oficinas que serão oferecidas ou de outras atividades que estarão à disposição dos idosos.
“O que queremos é oferecer qualidade de vida aos nossos idosos, que muitas vezes ficam dentro de casa, isolados, por falta de opção. Muitas famílias se dedicam ao trabalho para subsistência e não conseguem dar aos seus idosos a atenção que eles merecem. O Centro de Convivência virá para oferecer esta opção”, explica o fundador e presidente do Instituto, o industrial Maurício Gehlen.
Em agosto, quando do lançamento do Centro de Convivência, será apresentado à população o projeto arquitetônico e algumas das atividades que serão oferecidas aos idosos. Também deverá ser anunciado o cronograma das obras.
O Instituto Maurício Gehlen, entidade que será mantenedora do Centro de Convivência, mantém atualmente o Centro Dia do Idoso, na Vila Operária – uma espécie de creche para idosos. Este Centro Dia funcionará até o início das atividades do Centro de Convivência.
A diferença de um centro e outro é que o atual recebe um pequeno grupo de idosos e fica com eles o dia todo. Já no Centro de Convivência, o atendimento deve ser para cerca de 200 pessoas e eles freqüentam a hora que quiser, participando das oficinas que desejar ou indo lá apenas para conversar com amigos, se distrair, cuidar do jardim ou da horta.
“Como o próprio nome já diz, é um espaço para que nossos vovôs e vovós não se sintam marginalizados e isolados. Ali eles farão novos amigos e amigas com os quais poderão apenas conversar ou participar de atividades conjuntamente. É um espaço de convivência em sociedade com qualidade de vida”, assinala Maurício Gehlen.

Fonte: Blog do Taturana

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