Foto: Jaelson Lucas

Gestão pública de qualidade combate a desigualdade social

FOZ DO IGUAÇU – O governador Beto Richa afirmou na abertura do Congresso Empresarial Paranaense, em Foz do Iguaçu (Oeste), que a melhor forma de combater a desigualdade social é com gestão pública de qualidade. “A gestão responsável e austera amplia a capacidade de investimento público em áreas essenciais para a população”, disse Richa, ontem.
“A responsabilidade com as contas públicas é mais eficaz que programas assistencialistas, que não estimulam a melhoria de vida. Já a boa gestão dos recursos garante qualidade de vida para a população”, destacou Richa. Ele ressaltou que o Paraná tem batido recorde de investimentos em todas as áreas em função da gestão responsável.
Promovido pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap) e pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o evento reúne mais de 1.500 empresários e entidades do setor do Brasil e de outros 20 países.
AMBIENTE – O governador também destacou o ambiente favorável para negócios no Paraná. Essa condição, disse Richa, foi conquistada com o programa de incentivo fiscal Paraná Competitivo, criado para atração de investimentos produtivos. “Somado a isso, fizemos o ajuste das contas públicas, há diálogo e respeito com quem empreende e segurança jurídica”.
O governador reforçou que o equilíbrio financeiro do Estado começou com a redução de despesas da máquina pública. “Conseguimos ampliar as receitas do estado em 2,5% e reduzir os gastos em cerca de 7,5%. Também enxugamos a estrutura do governo, o que nos colocou como o Estado com o menor número de cargos comissionados do País.”

DESAFIOS 
O Congresso debate empreendedorismo, negócios e inovação em gestão. Também está na pauta temos nacionais como a agenda de reformas necessárias para o País voltar a crescer. Para o presidente da Faciap, Marco Tadeu Barbosa, os temas foram pensados para que empresários, principalmente os pequenos, possam trabalhar melhor e criar estratégias para enfrentar as dificuldades. “Queremos políticas melhores, mas também contribuir com o país que desejamos. A solução é conjunta”, disse ele.
Barbosa defende que o ponto mais importante é que, independente da ação política, o setor produtivo entendeu que o país precisa avançar. “Prova disso é que alguns setores já estão mostrando reação à crise. Isso significa que, apesar da influência política no setor produtivo, as empresas estão trabalhando e retomando investimento. Há amadurecimento no setor empresarial”, afirmou.
O presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, Jorge Pinheiros, explicou que o Congresso é um projeto em conjunto com a Câmara Internacional da Bolívia e que estará em 15 países da América Latina. Em 2018 o evento se repete no Brasil com a presença de nove presidentes de países de língua portuguesa.

Fonte: Diário do Noroeste

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