Febre Amarela causa preocupação e faz número de vacinas dobrar em Paranavaí

Visitando Paranavaí nesta segunda-feira (23), o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, teve que responder algumas perguntas sobre a situação da febre amarela no país. Recentemente, foram registrados 25 casos da doença em Minas Gerais. Preocupada com o aumento de casos nas áreas de risco, a população procura pelas vacinas diariamente nos postos de saúde.

 

“Distribuímos recentemente mais de três milhões de vacinas para alguns estados. Nossa preocupação é em bloquear rapidamente os focos nas regiões mais perigosas. A situação está sob controle, mas precisamos ter muito cuidado”, disse o Ministro da Saúde, Ricardo Barros.

 

Em Paranavaí, a situação é estável e não apresenta riscos. Mesmo assim, a procura pela vacina quase dobrou em relação ao mesmo período de 2016. “Ano passado vacinamos em janeiro uma média de 13 pessoas por dia. Neste ano, a média já está em 23 vacinas por dia. O aumento de casos em outros estados deixou os moradores preocupados”, disse a secretária de Saúde de Paranavaí, Andréia Vilar.

 

O último caso de febre amarela no Paraná foi registrado em 2008, mas o cuidado deve ser constante, pois o vetor da doença é um velho conhecido: o Aedes Aegypti, mesmo transmissor da dengue, zika e chikungunya. “A melhor maneira de combater a febre amarela é eliminar os focos do mosquito, mantendo as casas limpas. As pessoas que forem viajar para as áreas de risco devem tomar a vacina com 10 dias de antecedência para que a imunização seja completa”, ressaltou Vilar.

 

Sintomas – Os sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina).

 

Tratamento – Não existe nada específico. O tratamento é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva. Se o paciente não receber assistência médica, ele pode morrer. As informações são do Ministério da Saúde.

 

Fonte/Foto: Secretaria de Comunicação Social-Prefeitura de Paranavaí

Edição: Sampaio

 

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