Sai neste sábado o Campeão da Copa Grandes Criadores, que reúne em Paranavaí 63 expositores

ExpoParanavaí: Copa reúne 62 expositores de oitos estados brasileiros

Iniciada na quinta-feira (dia 9), termina neste sábado a Copa Grandes Criadores, promovida pela Associação de Neloristas (ANEL) do Paraná, que será realizada em seis etapas. Em Paranavaí está acontecendo a primeira etapa, com a participação de 305 animais, dos quais 260 estão indo a julgamento. A Copa acontece dentro da 46ª ExpoParanavaí, no Parque Costa e Silva.

Participam da Copa neloristas de Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro. As outras etapas serão realizadas em Londrina e Maringá, no Paraná, s Itapetininga, Bauru e Araçatuba, no Estado de São Paulo. Na sexta etapa, além da premiação, serão conhecidos os melhores Criador e Expositor (um dos principais objetivos da Copa é valorizar os criadores e expositores) e sai também a Melhor Matriz, o Melhor Reprodutor e o Touro Nova Geração.

Segundo Reinaldo Reis Cerqueira, diretor de Bovinocultura de Corte e Melhoramento Genético da Sociedade Rural do Noroeste do Paraná (SRNP), que promove a ExpoParanavaí, um dos principais responsáveis pelo sucesso do eventos são os peões que acompanham e cuidam dos animais. “Temos hoje aqui cerca de 50 tratadores – alguns chegaram na sexta-feira da abertura da Expo. Eles fazem suas refeições e dormem aqui no parque”, reconhece ele.

ORGULHO – De acordo com Cerqueira, há uma saudável disputa entre os tratadores. As conquistas dos animais e dos fazendeiros são resultados dos trabalhos realizados por eles. Por isso eles capricham na hora de apresentar o animal para o juiz. Procuram posicionar o animal de forma a mostrar o que o animal tem de melhor e influenciar o juiz. Eles sentem orgulho do animal, da fazenda em que trabalham. O relacionamento entre animal e tratador acaba criando uma estima entre ambos”, revela o diretor da Rural.

Reinaldo Cerqueira lembra que, na pista de julgamento o animal é avaliado pela sua genética, nutrição e manejo. “O que o juiz vê é peso, fertilidade, aprumos e caracterização racial e muitos destes quesitos depende do manejo, que é a parte do tratador. Não adiante um animal ser de bia procedência genética, ter boa nutrição à disposição se, por exemplo, a comida não é dada na hora e na quantidade certa. Ou o animal enfrentar situações de stress prejudicando o ganho de peso”, explica. “Por isso que os peões são importantes neste processo”, arremata ele.

 

 

Fonte: Assessoria de imprensa

 

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