De alto executivos a microempreendedores, quando se trata de viagens de negócios nacionais, o ônibus leito pode ser uma boa pedida para ter conforto, praticidade e melhor custo-benefício

Entenda o mercado de viagens corporativas e os destinos mais comuns

Da redação: De alto executivos a microempreendedores, quando se trata de viagens de negócios nacionais, o ônibus leito pode ser uma boa pedida para ter conforto, praticidade e melhor custo-benefício

 

Para as companhias aéreas, o melhor passageiro é aquele que precisa viajar com urgência, de forma não programada, como muitos executivos. O motivo é que esse tipo de cliente acaba pagando um preço mais alto pela passagem e tem uma agenda de voos rotineiros, gerando renda e lucro para essas empresas.

 

Com o custo das passagens aéreas aumentando consideravelmente devido à alta temporada e à variação cambial, muitas empresas e profissionais têm optado por fazer pequenas viagens corporativas — em especial, nacionais — por meio de rotas rodoviárias. Uma passagem para Brasília, por exemplo, partindo de grandes capitais, como São Paulo, pode custar três vezes menos de ônibus leito, em comparação aos valores da passagem de avião.

 

Se o empresário é o dono do negócio e está viajando para prospectar clientes, sem dúvidas vai preferir economizar um pouco mais no transporte sem ter que abrir mão do conforto.

 

Eles estão viajando mais

Na segunda quinzena de dezembro de 2019, a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) divulgou que houve um aumento de 4,1% na venda de pacotes de viagens de negócios no país.

 

A tendência é que esse número aumente ainda mais neste ano com a perspectiva de reaquecimento econômico.

 

Polos industriais e grandes capitais, como São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte tornam-se os destinos mais procurados por quem precisa fazer negócios.

 

Os meios de transporte

O Brasil agora possui algumas companhias aéreas low cost (baixo custo), que chegam a cobrar 30% menos no valor da passagem convencional, tornando-se um atrativo para quem quer apenas chegar ao destino e pode abrir mão do conforto.

 

A malha rodoviária nacional tem expandido suas rotas para poder cobrir as necessidades do passageiro corporativo. Atualmente, muitos ônibus já contam com conforto e até mimos para que os passageiros tenham uma experiência completa e possam chegar descansados ao seu destino.

 

As opções oferecidas vão do básico, como poltronas que viram leitos, maior espaço entre elas, climatização, travesseiro e cobertor, água gelada, petiscos e serviço de bordo; até outras mais personalizadas para o passageiro corporativo, como bancada de apoio para o notebook, tomadas para carregar equipamentos eletrônicos, entretenimento de bordo, Wi-Fi, etc.

 

O passageiro é colocado em primeiro lugar e toda a experiência da viagem é pensada para que ele tenha uma boa experiência e uma avaliação positiva do serviço optado. Como as empresas já notaram que as viagens corporativas impactam a satisfação do funcionário, elas também escolhem o melhor meio de transporte para o profissional.

 

A geração que viaja

Mais de 80% dos passageiros corporativos de hoje são millennials — nascidos entre os anos 80 e 90. O pertencimento a essa geração pode sinalizar que eles sejam pessoas exigentes com a sua satisfação pessoal e que não colocam o trabalho em primeiro lugar.

 

A grande maioria desses profissionais quer ter mobilidade sem, necessariamente, ter que adquirir um veículo ou moto. Ao contrário: para muitos, não ter um carro, por exemplo, é sinal de liberdade.

 

Dessa forma, o profissional dessa geração pode viajar pequenas distâncias com um motorista de aplicativo, pode se deslocar para o trabalho de bicicleta ou patinete elétrico e vai valorizar a viagem corporativa pela empresa que lhe oferecer a melhor experiência a bordo. O principal, para ele, é chegar bem. O “como” é apenas um detalhe.

 

Deixar Comentário

O seu endereço de email não será publicado.Itens necessarios estão marcados *

*