Durante a semana, solturas ocorrem em municípios vizinhos das usinas Canoas I, Canoas II, Capivara e Rosana

PARANAPANEMA RECEBE 315 MIL PEIXES EM QUATRO CIDADES PARANAENSES

Quatro reservatórios de hidrelétricas do Paranapanema recebem 315 mil peixes nesta semana. Divididos em lotes, eles estão sendo soltos nos lagos das usinas Canoas I, Canoas II, Capivara e Rosana, a partir de municípios paranaenses. O repovoamento utiliza exemplares jovens das espécies pacu, curimbatá, piapara, piau e lambari, todas nativas da região e importantes para a cultura da pesca local.

 

As ações começaram em Itambaracá, na terça-feira, dia 28. Primeiro de Maio foi contemplado na quarta-feira e Andirá, na quinta. O encerramento será em Terra Rica, no dia 31, quando a Rio Paranapanema Energia, companhia concessionária das usinas, conclui sua programação do mês de março totalizando 735 mil novos peixes em sete reservatórios do Paranapanema.    

 

Ao todo, 10 municípios paranaenses e paulistas receberam as atividades. “Os locais são escolhidos por oferecerem boas condições de abrigo e alimentação às espécies. Uma vez adaptados, os peixes se dispersarão pela Bacia do Paranapanema”, expõe o biólogo coordenador do programa de manejo pesqueiro, Norberto Vianna.

 

Como parte desse programa, há um trabalho de educação ambiental realizado nas comunidades ribeirinhas, em parceria com escolas municipais. Responsável por essa atividade, o analista ambiental da companhia, Guilherme Verri, promove palestras para alunos da rede pública sobre a reprodução de peixes e os benefícios ambientais e sociais do repovoamento do Paranapanema. Depois, os alunos vivenciam a soltura dos peixes na natureza.

 

A Rio Paranapanema Energia, subsidiária do Grupo CTG no Brasil, destinará 1,5 milhão de peixes aos reservatórios do Paranapanema em 2017, dando sequência ao trabalho realizado pela concessionária antecessora. “O repovoamento de peixes no Paranapanema contribui para a preservação da biodiversidade e favorece o desenvolvimento regional através do turismo da pesca”, ressalta o coordenador do programa.

 

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Fonte:Heloísa Miguel/Assessoria de Imprensa 

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