Governador Beto Richa assina contratos de permissão de uso e prestação de serviços para construção de moradias do programa Morar Bem em parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. Presente: Presidente da Cohapar, Abelardo Lupion, secretário chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Artagão Junior, presidente da Assembleia, Ademar Traiano, deputado federal, Toninho Wancher, deputados estaduais Pedro Lupion, Reinhols Stephanes Junior, Claudio Romanelli, Wilmar Reichenbach, Missionário Arruda, Maria Victória, Cristina Silvestri, Tiago Amaral, Guto Silva, André Bueno, Elio Rusch, diretor do BRDE, Orlando Pessuti, e prefeitos. Curitiba, 23/03/2016. Foto: Pedro Ribas/ANPr

Governador anuncia a construção de casas populares em cidades da região noroeste

O Governo do Paraná anunciou nesta quarta-feira (23) a construção de 1.520 casas populares, em 21 municípios do Estado. O governador Beto Richa e o presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Abelardo Lupion, assinaram os contratos de prestação de serviço para a construção das moradias. O investimento é estimado em R$ 101 milhões.

Os empreendimentos habitacionais serão construídos em Boa Esperança do Iguaçu (14), Capitão Leônidas Marques (72), Iguatú (41), Inajá (86), Itaipulândia (40), Itapejara d’Oeste (30), Jardim Alegre (75), Kaloré (81), Missal (138), Nova Aliança do Ivaí (46), Nova Esperança (270), Nova Londrina (44), Prudentópolis (97), Santa Helena (22), Santa Inês (27), Santa Isabel do Ivaí (25), Santa Izabel do Oeste (51), Santo Antônio do Sudoeste (121), Siqueira Campos (193), Tamboara (28) e Verê (19).

“Com mais essas casas o Paraná avança para reduzir o déficit habitacional no Estado. O investimento nessa área é muito importante para garantir dignidades às famílias paranaenses”, afirmou o governador. Em fevereiro foram assinados contratos para construção de 517 casas em 11 municípios. A previsão é construir só neste ano 12 mil novas unidades.

Os projetos são realizados em parceria com os municípios, Governo Federal e construtoras licitadas, com a utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Com o apoio dos parceiros, estamos fazendo uma revolução habitacional no Paraná. Temos a melhor parceria do Brasil”, disse Richa.

Em cinco anos, mais de 105 mil famílias paranaenses são atendidas com casas próprias – entregues, em construção ou já asseguradas. O número envolve, também, a regularização fundiária. “É um número expressivo que mostra nosso compromisso com a habitação”, afirmou.

Além das casas urbanas, Richa destacou a construção, em cinco anos, de 14 mil moradias para famílias de agricultores. Ele também lembrou que a Cohapar atende com projetos habitacionais aos 399 municípios paranaenses.

MAIS 12 MIL – De acordo com o presidente da Cohapar, mais de 12 mil casas serão construídas no Paraná em 2016, somando investimentos de R$ 900 milhões, provenientes do FGTS. “É uma nova fase da habitação no Paraná, com apoio das prefeituras”, disse Lupion.

Além dos projetos do FGTS, a área habitacional do Paraná conta também com recursos do tesouro estadual, pelo Fundo de Combate à Pobreza. Serão R$ 400 milhões anuais geridos pela Cohapar e Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social para investir em projetos de interesse social e realocação de famílias residentes em áreas de risco.

“Vamos atender as famílias que não têm como crescer sem o apoio do poder público”, afirma. “Além disso, nos próximos três anos, o Governo do Estado fará um grande programa de regularização fundiária. A previsão é regularizar 40 mil terrenos, dando segurança às famílias proprietárias”, finaliza Lupion.

VIABILIZAÇÃO – A assinatura dos termos de prestação de serviços com os municípios e construtoras marca a conclusão dos trabalhos da Cohapar – elaboração dos projetos executivos, loteamento de áreas e obras de infraestrutura para a construção dos imóveis, liberação de pendências técnicas e licenças ambientais. O governo estadual também participa com os benefícios previstos pelo programa Morar Bem Paraná, que incluem a instalação dos sistemas de energia, água e esgoto dos residenciais. Com isso, o custo final das moradias é reduzido, o que diminui o financiamento a ser pago pelas famílias beneficiadas.

Agora, cabe às empresas vencedoras do processo licitatório a obtenção da aprovação da Caixa Econômica Federal, agente financeiro dos projetos, para a comercialização dos imóveis e início efetivo das obras. Os lotes ficaram divididos entre as empresas Tallento, Implantec, Martins MA, Exact, LB Fernandes, Village, Marla de Marchi e Construtora Rosa.


Agência Estadual de Notícias.

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